Nova diretoria da ABIMCI tomou posse em 03 de março/2011
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oi realizada no último dia 03 de março, a solenidade de posse da nova diretoria da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente – ABIMCI. Os novos diretores que dirigirão a entidade no período de 2011/2014, foram empossados na sede da entidade.
Durante o evento, o presidente da gestão anterior Antonio Rubens Camilotti, apresentou relatório de atividades da gestão anterior e um breve relato sobre a administração da entidade.
O novo Presidente, o empresário Odacir Antonelli, (Repinho Reflorestadora de Madeiras e Compensados Ltda), salientou o grande desafio que é o de dirigir a associação que congrega à nível nacional as indústrias de processamento mecânico de madeira. “É um trabalho voluntário que nós da diretoria assumimos em prol da entidade e do setor, dando continuidade às atividades das gestões anteriores, com o compromisso de buscar cada vez mais, a ampliação das relações comerciais, políticas, econômicas e institucionais.
A nova diretoria tem ainda: Vice Presidente: Luiz Alberto Sudati (Indústria de Compensados Sudati Ltda), Tesoureiro: João Carlos R. Pedroso (Indústria de Compensados Guararapes Ltda), Conselheiros Vice Presidentes: Paulo Cavalcanti Neto (Somapar Soc. Mad. Paranaense Ltda), Isac Chami Zugman (Compensados e Laminados Lavrasul S.A.), Fernando Gnoatto (Berneck S.A), Juliano Vieira de Araújo (F.V. de Araújo S.A.), Antonio Rubens Camilotti (E.A. C. Florestal Ltda), Thales Zugman (Compensados e Laminados Lavrasul S.A.), Douglas Antônio Granemann de Souza (Triângulo Pisos e Painéis Ltda), Ivan Tomaselli (Timberplac Ind. de Madeiras Ltda) Diretor Região Centro Oeste: João Carlos Baldasso ( Guavirá Industrial e Agroflorestal Ltda), Diretor Região Norte: Luis Fernando Honório Alves Jr (E. Carli Representações Ltda), Conselho Fiscal Titulares: Ricardo Pedroso (Indústria de Compensados Guararapes) Fábio Ayres Marchetti (Manoel Marchetti Ind. e Com. Ltda) Conselho Fiscal Suplentes: Silvano D´Agnoluzzo (Rio Concrem Industrial Ltda), José Roberto Pimentel Lopes (Pimentel Lopes Engenharia e Arquitetura Ltda – Multidoor).
Estudo do Serviço Florestal revela madeiras mais resistentes ao apodrecimento e aos cupins
Pesquisa começou com 120 espécies e após 25 anos em exposição ao sol, chuva e cupins, 11 delas continuam intactas. O forte calor e a umidade da Amazônia, além de cupins e fungos são os aliados do Laboratório de Produtos Florestais do Serviço Florestal Brasileiro para descobrir as espécies de madeira tropical mais resistentes do país. O estudo é desenvolvido há 25 anos com 120 espécies e só terminará quando todas elas tiverem apodrecido. Até o momento, amostras de 11 espécies permanecem intactas e integram o grupo das madeiras tropicais mais duráveis: preciosa, muirapixuna, jataipeba, cumaru, maparajuba, louro-canela, abiurana, pau-santo, muiracatiara-rajada, angelim-vermelho e maçaranduba. A pesquisa ocorre em uma área localizada na Floresta Nacional de Tapajós (PA). O engenheiro florestal e coordenador do estudo, Alencar Garlet, diz a que pesquisa surgiu para suprir a falta de informações sobre as madeiras amazônicas, inclusive a respeito da durabilidade natural delas. "Esses dados eram restritos às espécies de maior importância comercial e eram provenientes de poucos ensaios" diz ele. Com a idéia em mente, os pesquisadores saíram a campo para coletar espécies em vários pontos da Amazônia. Deram prioridade àquelas que não tivessem sido objeto de estudos anteriores e que apresentassem potencial madeireiro em função da altura, diâmetro do tronco e volume por hectare. Desde que as amostras começaram a serem analisadas, em 1985, uma equipe vai ao local da pesquisa uma vez ao ano na época da seca para analisar as madeiras. No dia 25 os técnicos retornarão da visita anual com novos dados. Cada amostra recebe uma classificação que vai de zero (amostra sadia) a quatro (amostra podre). Os dados são registrados em uma planilha e depois, analisados em laboratório. "Agora é que as informações estão maduras e que podemos trabalhar nelas", diz. Os resultados podem ajudar a valorizar o uso das espécies naturalmente duráveis. Nos Estados Unidos e na Europa, é crescente a restrição ao uso de produtos químicos de preservação de madeira em função de questões ambientais. "O mercado quer madeiras que sejam naturalmente duráveis e esta é uma oportunidade de agregar valor a essas espécies", afirma Garlet.
Fonte: www.mma.gov.br
Proteger floresta no Brasil dá lucro a agricultor nos EUA, diz estudo
CLAUDIO ANGELO Publicidade
EDITOR DE CIÊNCIA
Está circulando entre parlamentares ruralistas um estudo que pode dar argumentos em favor de mudanças no Código Florestal.
Intitulado "Farms Here, Forests There" ("Fazendas Aqui, Florestas Lá", em inglês), o documento americano afirma que os agricultores dos EUA podem ganhar até US$ 270 bilhões em 2030 com a redução do desmatamento nos países tropicais.
O argumento é que a maior proteção às florestas prejudicará a produção de carne, soja, dendê e madeira em países como o Brasil.
Isso levaria a um aumento dos preços e à abertura de um buraco na oferta, que seria preenchido pelos EUA.
"Eliminar o desmatamento até 2030 limitará a receita para a expansão agrícola e para a atividade madeireira nos países tropicais, nivelando o campo de jogo para os produtores americanos no mercado global de commodities", afirma o estudo.
O objetivo do documento, lançado no fim de maio pela ONG Avoided Deforestation Partners, é convencer senadores dos EUA ligados ao agronegócio, a aprovarem a lei de mudança climática em tramitação no Senado.
A lei prevê que os EUA possam negociar créditos de carbono ilimitados pelo desmatamento tropical evitado.
Ou seja, o país pagaria para manter a floresta em pé no Brasil, por exemplo, e poderia abater o carbono que seria emitido pelo desmate das próprias metas de corte de poluição. O Brasil tem se oposto nas negociações internacionais a permitir que a redução no desmate possa gerar créditos ilimitados.
O estudo corrobora a visão de que a conservação ambiental é uma desculpa dos países desenvolvidos para impor barreiras à agricultura do Brasil, mais competitiva.
Tal visão permeia o relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) que propõe reformar o Código Florestal reduzindo as áreas de mata protegidas em imóveis rurais. A proposta tramita numa comissão especial da Câmara dos Deputados.
Segundo Paulo Adário, do Greenpeace, fiar-se na nova pesquisa como subsídio para mudar a lei brasileira seria ruim para a bancada ruralista. "O estudo tem problemas sérios", afirma.
O principal, diz Adário, é não levar em conta que reduzir o desmate não diminui a fronteira agrícola brasileira.
"Só na Amazônia você tem 20 milhões de hectares de terras degradadas e abandonadas. Quando você para de desmatar, as terras já abertas ganham valor", afirma.
Citando um estudo de Gerd Sparovek, da USP, Adário afirma que é possível dobrar a produção no Brasil só usando áreas abertas e com alta aptidão agrícola.
Ele lembra que desde 2006 vigora uma moratória ao plantio de soja em áreas desmatadas na Amazônia, e nem a produção nem a produtividade caíram. "Neste ano ambas cresceram."
"O estudo faz projeções burras associando linearmente hectares de desmatamento a mais ou menos produto", pondera Roberto Smeraldi, da ONG Amigos da Terra Amazônia Brasileira.
"Assim, desconsidera que a determinante para a produção não é área e sim produtividade, especialmente nos países onde a produtividade média é baixa, o que é o caso das pastagens no Brasil."
Folha de São Paulo
Produtos florestais puxam as exportações do agronegócio em março
As exportações do agronegócio brasileiro renderam mais de US$ 6 bilhões em março, um aumento de 25,5% em comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo dados divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). De acordo com a pasta, foi o melhor mês de março até agora.
A Arábia Saudita figurou entre os destinos de destaque. As vendas para lá cresceram 50,2% no mês passado, em comparação com março de 2009. Como região, o Oriente Médio foi destaque também, com aumento de 35,4% de aumento nas compras de produtos brasileiros. O desempenho de março foi puxado pelo aumento dos embarques de produtos florestais (62,1%), complexo soja (18,3%), açúcar e álcool (48%), carnes (24,8%), café (26,2%) e couros e derivados (59,6%).
No acumulado do terceiro trimestre, as exportações somaram US$ 14,5 bilhões, valor recorde para o período, 15% superior ao registrado em março do ano passado e 4% acima dos primeiros três meses de 2008, ainda antes do recrudescimento da crise financeira internacional.
fonte: Paraná Online.
Redução IPI
Através do Decreto Nº 7.145, de 30 de Março de 2010, publicado no D.O.U de 31/03/2010 (anexo), o governo federal alterou a tabela de incidência do IPI, reduzindo a alíquota da NCM 4412 (compensado) para 5%, equiparando com a mesma alíquota dos painéis particulados.
A ABIMCI, vem há muitos anos se manifestando em todos os níveis do governo federal, buscando a redução do IPI para painéis de compensado e destacamos especialmente as ações desenvolvidas nos últimos meses junto aos Ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fazenda, Casa Civil, Confederação Nacional da Indústria – CNI e as Federações das Indústrias, em que sempre propugnamos a isonomia de tratamento em relação aos painéis particulados.
Com a publicação deste Decreto com certeza a entidade conseguiu uma merecida vitória.
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